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Novo Call of Duty será lançado nesta terça (05)

Com o décimo jogo da franquia, Activision quer bater recordes de vendas

Luciano Simão

O dia 5 de novembro de 2013, marca o lançamento do jogo Call of Duty Ghosts. O game estará disponível para Playstation 3, Xbox 360, Wii U e PC, e uma versão de última geração será lançada juntamente com o Playstation 4 e o Xbox One no fim deste mês. O jogo foi integralmente traduzido para o português.

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Capa do jogo “Call of Duty:Ghosts”
(Arte/Activision)

É o décimo game da série Call of Duty, mega-franquia anual de jogos de tiro em primeira pessoa (first person shooters ou FPS, em inglês). Enquanto o primeiro Call of Duty, lançado para PS2 e Xbox em 2003, colocava os jogadores no meio das mais importantes batalhas da segunda guerra mundial, Ghosts narra a história de um conflito mundial fictício. Neste mundo alternativo, uma federação de nações da América do Sul domina o mercado petrolífero após a destruição do Oriente Médio e avança contra o hemisfério norte.

 Os jogos desta série tem aparecido na mídia nos últimos anos devido à estrondosa arrecadação de cada nova versão. O último game antes de Ghosts (Black Ops II, lançado em 2012) bateu diversos recordes de vendas no lançamento, não somente de jogos eletrônicos, mas de qualquer produto de entretenimento. Foram vendidas mais de 7,5 milhões de cópias no primeiro dia, arrecadando mais de 500 milhões de dólares.

Entretanto, o recorde da franquia foi batido este ano, em outubro: o Grand Theft Auto V, da Rockstar, vendeu mais de 11 milhões de cópias e arrecadou mais de 800 milhões de dólares em apenas 24 horas. Contudo, a gigante do entretenimento eletrônico Activision, dona da série Call of Duty, promete recuperar a coroa com Ghosts.

Entre “gamers, a franquia é polêmica

Apesar das vendas astronômicas, há desacordo na comunidade gamer sobre a real qualidade da série.

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Trajetória do jogo se baseia em um personagem visto nos games anteriores
(Arte/Activision)

“Todo ano é a mesma coisa”, queixa-se Mateus Neto, funcionário público apaixonado por games. “Essas empresas bilionárias como a Activision não querem inovar, criar algo especial, só querem ganhar dinheiro. Lançam todo ano o mesmo jogo com uma cara diferente, e o pior é que milhares de pessoas acabam comprando de novo e de novo. Isso acaba com a indústria. Não há espaço pra ideias ousadas, apenas sequência atrás de sequência.”

Há quem discorde. “Engana-se quem acha que são jogos simples, feitos pra sugar dinheiro de consumidores desinformados. Há um imenso cuidado na criação desses mundos, e a cada ano os jogos ficam melhores, mais complexos e competitivos,” explica o estudante Thiago dos Santos.

Confira o vídeo promocional do jogo, na versão “real”:

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Equipe: Luciano Simão, Pedro Melo, Roberto Rohden e Vithor Marques.

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