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Memórias do Holocausto em Curitiba

Momento trágico-histórico continua sendo mostrado nos dias de hoje

Gabriela Fialho, Lara Pessôa e Manuella Niclewicz

Não exclusivamente devido ao Shoá (Holocausto), a comunidade judaica buscou em diversos momentos da história melhores condições de vida e sobrevivência em outros lugares do mundo.

No Brasil, há a presença da comunidade judaica desde o século XVII, especificamente em Curitiba. O registro desta chegada data o ano de 1880, quando se estabeleceram na recém criada colônia Tomás Coelho, atualmente Barigui. Ao se instalarem em solo nacional, os judeus se dedicaram às atividades comerciais, principalmente agrícolas como, por exemplo, o cultivo de cereais.

Pouco a pouco as comunidades foram crescendo e houve a necessidade de criarem grupos de ajuda mútua para o auxílio de refugiados durante a época de guerra, na Europa. Por isso, em 1917, surgiu na capital paranaense o Comitê Feminino judaico, formado pelas esposas dos imigrantes pioneiros, com o objetivo de integrar os novos refugiados que chegavam à cidade.

Tal comitê culminou na fundação do Centro Israelita do Paraná, em 1920. Com muito esforço, conseguiram adquirir uma propriedade na qual puderam construir uma Sinagoga e também um Centro Cultural e Social para, então, preservar e difundir a tradição e a cultura judaica.

Atualmente, a comunidade judaica conta com aproximadamente 1000 famílias vivendo em Curitiba e comemora 125 anos de permanência no Paraná. O Centro Israelita completa 93 anos de existência em 2013 e continua sendo um comitê de identificação aos vários grupos e faixas etárias da comunidade.

 

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